“A felicidade precisa do inútil. A felicidade é apenas o necessário. Tempere-a com muitos supérfluos. (…) Aceito o bucólico e também a arte em mármore...”
Se tivesse a tolice de se perguntar “quem sou eu?”, cairia estatelada e em cheio no chão. É que “quem sou eu?” provoca necessidade. E como satisfazer a necessidade? Quem se indaga é incompleto.
Clarice Lispector em A Hora da Estrela (via gustavobueno)