“A felicidade precisa do inútil. A felicidade é apenas o necessário. Tempere-a com muitos supérfluos. (…) Aceito o bucólico e também a arte em mármore...”
Sempre fui e gostei mais das pessoas de vidro. Aquelas que quebram, são transparentes, que não escondem o outro lado. Pessoas de pedra, que nunca se sabe se são ocas ou cheias demais e permanecem sempre no mesmo formato, não me passam confiança.